África

Principais Destinos

[accordion] [acc_item title=”ÁFRICA DO SUL”]

País de dois oceanos (Atlântico e Índico), três capitais (Pretória, a administrativa, Cidade do Cabo, a legislativa, e Bloemfontein, a judiciária), dos Big Five (leão, leopardo, elefante, hipopótamo e rinoceronte)… Difícil, na África do Sul, é escolher o melhor roteiro: no sul, a viagem rodoviária por algumas das paisagens litorâneas mais bonitas do hemisfério, a Rota Jardim; no leste, o gosto de curry da multiétnica Durban; ou um dos melhores safáris do mundo, no Parque Kruger, já na fronteira com Moçambique, que tem savana e floresta com os bichos vivendo soltos, livres, sem medo a não ser de seus predadores. É claro que ainda são visíveis as cicatrizes do regime de segregação racial (o apartheid), interrompido em 1994 com a primeira eleição multirracial. Após mais de uma década de experiência democrática, persistem altos índices de pobreza e criminalidade, embora o país tenha o maior PIB do continente. Mas a África do Sul vai superando essas mazelas aos poucos e tem atrativos para os turistas muito além dos estereótipos. O viajante upscale pode se isolar em hotéis de luxo na Cidade do Cabo sem nem imaginar que a Costa Selvagem faz a delícia dos mochileiros e os safáris, a dos turistas básicos, por exemplo.

[/acc_item] [acc_item title=”MARROCOS”]

Seja pela telenovela O Clone ou pelo filme Casablanca, o Marrocos ficou equivocadamente conhecido. Há muito mais contrastes e exotismo do que na ficção neste país de maioria muçulmana que é um reino desde 1957, um ano depois de libertar-se do domínio francês – o turista pode se comunicar no idioma de Catherine Deneuve ou em árabe, a língua oficial. Banhado por 2 800 quilômetros do Oceano Atlântico e por 530 quilômetros do Mar Mediterrâneo, o Marrocos ainda possui uma grande região montanhosa, com um sétimo do país a mais de 2 000 metros acima do nível do mar. Localizado no Magrebe, no noroeste do continente africano, faz fronteira com a Argélia e a Mauritânia. Ao norte, uma viagem de ferry boat cruzando o Estreito de Gibraltar deixa o visitante, cerca de 60 minutos depois, no sul da Espanha. O sol inclemente e a poeira do deserto do Saara contrastam com o farto colorido de suas medinas, como são conhecidos os antigos centros cercados de muralhas e forrados de comerciantes de todos os tipos. Rabat, a capital do país, não tem um turismo tão aquecido quanto Marrakesh, a cidade mais famosa e badalada do Marrocos com seus hotéis, spas e resorts de luxo. Tânger, Fez, Casablanca e Essaouira são outros destinos igualmente procurados pelos turistas, seja por suas praias encantadoras ou por seu comércio atraente e barato.

O país é razoavelmente seguro para o turista, mas existe uma grande insistência por parte dos mercadores, que tentam lhe empurrar todo tipo de badulaque. Mulheres também podem viajar sozinhas sem problemas, desde que tomem algumas precauções, como não andar em locais ermos.

Um dos grandes baratos do Marrocos é sua variada e rica cozinha. A confluência de pratos e ingredientes vindos dos povos nômades do deserto, de mediterrâneos, árabes e franceses criou uma identidade gastronômica única. As refeições vêm perfumadas com toques de açafrão, limões em conserva e hortelã – além de muitos outros condimentos, sempre envolvendo clássicos como o cuscuz e tajines variados.

Belas mesquitas, grandes paisagens, uma cultura singular e grandes pratos, o Marrocos é uma viagem que certamente atende aos sonhos daqueles que buscam o exótico.[/acc_item] [acc_item title=”EGITO”]

Terra dos mistérios, superstições e da moderna arqueologia, o Egito fascina com sua rica história, grandes monumentos e o poderoso rio Nilo.

A cidade do Cairo é a porta de entrada para o país, contando com um dos mais incríveis museus do planeta, o Museu do Cairo, repleto de múmias, sarcófagos, esculturas e outras preciosidades. Pena que sua organização seja péssima, com uma curadoria idem. Caótica, barulhenta e dinâmica, a cidade possui um trânsito infernal, mas sobra charme. Próximo ao centro está o platô de Gizé, com as grandes pirâmides de Quéops, Quéfren e Miquerinos e a famosa esfinge.

Descendo o rio Nilo estão cidades como Edfu, com seu magnífico templo de Hórus, o mais bem preservado do Egito Antigo; Kom Ombo, e seus edifícios gêmeos, e a espetacular Luxor, com complexos religiosos incríveis como Karnak, e o imperdível Vale dos Reis, onde estão as tumbas de faraós como Ramsés II e Tutâncamon. Mais ao sul, está a agradável Aswan, próxima à barragem do lado Nasser. Aqui é o local ideal para explorar as ruínas de Abu Simbel, quase na fronteira com o Sudão, e a Ilha Philae, com o templo ptolomaico de Ísis, o último onde foram inscritos hieróglifos. Quando estiver na região, não deixe de visitar os sukhs, os milenares mercados de caravanas, e fazer um passeio de felucca, a embarcação de velas triangulares que cortam as águas do Nilo.

A oeste do país encontra-se o oásis de Siwa, onde Alexandre, o Grande, foi reconhecido faraó. Ele fundaria no delta do Nilo, já no mar Mediterrâneo, a cidade de Alexandria, onde maravilhas da antiguidade como o farol e a mítica biblioteca legaram fama e quase nenhum vestígio material.

Para quem acha que o Egito resume-se a deserto, areia, múmias e faraós, não deixe de conhecer o Mar Vermelho, um dos melhores pontos de mergulho do planeta. Suas belíssimas águas azuladas e ampla biodiversidade estão em franco processo de deterioração por excesso de exploração turística e poluição, mas a visita a resorts como Sharm-el-Sheik e Hugharda são um excelente contraponto ao clima árido do resto do país.

A culinária local é nutritiva e barata, oscilando entre pratos bem conhecidos como kafta, esfiha, saladinhas e falafel. Viajar pelo Egito de forma independente é razoavelmente fácil, com opções para todos os bolsos, mas os serviços e infra-estrutura são em grande parte pobres e confusos. Pode ser difícil descobrir onde fica um ponto de ônibus ou embarcadouro e pode haver surpresas com relação aos preços pagos em passeios. Aliás, uma das marcas registradas do país são insistentes vendedores que tentam lhe empurrar de fotos com camelos a mini-esculturas de deuses, ou irritantes pessoas que lhe pedem gorjeta por qualquer coisa. “La, shukran”, “não, obrigado”, é uma das primeiras expressões que todos os turistas estrangeiros aprendem para se desvencilhar dessas hordas.

O país é um destino razoavelmente seguro, mas as tensões político-religiosas existem em todas as regiões. Para compreender um pouco mais sobre o islamismo, visite mesquitas, como Al-Azhar, e descubra incríveis belezas que os estereótipos nos fazem cegar.

O Egito é fascinante, mas exige paciência. Tenha e descobrirá um país maravilhoso.[/acc_item] [acc_item title=”TANZÂNIA”]

O país africano é a escolha certa para quem gosta de explorar a natureza. Dividida em 26 regiões, a nação inclui o arquipélago de Zanzibar, repleto de belas praias e onde fica a Cidade de Pedra, um antigo centro comercial que forma um verdadeiro labirinto de construções históricas. Arusha, a capital da região de mesmo nome, está próxima a algumas das melhores atrações. É obrigatório fazer um safári pelo Serengeti, que se desdobra em parques nacionais e concentra grande quantidade de mamíferos. Lá, uma operadora oferece ainda vôos de balão. A cratera do Ngorongoro, uma das maiores caldeiras – uma estrutura vulcânica que colapsou – intactas do mundo, pode ser considerada um dos lugares de beleza natural mais incríveis da Tanzânia. Entre estes dois pontos, vale fazer uma parada no Parque Nacional Lago Manyara, localizado abaixo de penhascos. Pássaros coloridos e as árvores baobá são alguns dos encantos do local. Há a opção de encarar uma expedição para escalar pontos como o Monte Kilimanjaro – o ponto culminante da África com seus 5985 metros de altitude e cada vez menos ‘eternas´ neves de seus picos -, e o Monte Meru, numa experiência memorável. No Parque Nacional de Tarangire, mais dois bons exemplos da imensidão das savanas africanas e da diversidade da vida selvagem.

Para explorar o país muitos turistas não abrem mão do conforto de bem equipados lodges, com todo tipo de estrutura para receber bem os endinheirados que participam dos safáris em busca de belos animais como elefantes, guepardos, leões e búfalos, além de manadas gigantescas de gnus, zebras, impalas e antílopes.

No entanto, uma das mais gratificantes experiências dessa jornada é conhecer um pouco da cultura e costumes do povo masai. O estilo de vida desses pastores vem sendo tolhido por medidas governamentais que os impede de adentrar suas terras ancestrais (para proteger a região do Ngorongoro, diga-se de passagem) e o que resta são bizarras excursões turísticas para ver suas danças. Seja participando desses passeios ou tendo experiências mais autênticas, é bom reservar respeito a esses bravos homens e mulheres das savanas.

[/acc_item] [acc_item title=”QUÊNIA”]

Sabores, cores, tambores, safáris, costumes tribais, rituais, fome, miséria, desigualdade social – estas são as diversas faces do Quênia. Localizado na base do “chifre da África” e banhado pelo Oceano Índico, sempre foi um importante entreposto comercial, justo na transição do continente negro e o mundo árabe. Disputada desde os tempos da Mombassa camoniana, foi domínio colonial da coroa britânica, até tornar-se independente em 1963. O chá e o café são seus principais produtos de exportação, mas é no turismo que se concentra umas das maiores riquezas do país, sobretudo por causa de seu belo litoral de cerca de 500 quilômetros e pelas savanas, onde ficam suas famosas reservas naturais.

E é para parques como Masai Mara e Tsavo que afluem boa parte dos turistas em busca daquela paisagem de cinema, repleta de animais em constante movimentação e dramáticas cenas selvagens. Em qualquer época do ano, nos safáris realizados por lá, encontram-se leões, leopardos, elefantes, rinocerontes e búfalos, os grande cinco. Mas a viagem não pode se limitar aos parques mais famosos. Outros destinos populares são o Lago Nakuru e suas águas com pelicanos, cegonhas e flamingos cor de rosa; o Lago Naivasha, parada para se observar hipopótamos, águias pescadoras e uma vegetação única e variada; e o Lago Turkanda, de águas cor de jade e uma rica variedade de peixes. O país ainda é conhecido pelo Monte Quênia, a segunda maior montanha do continente africano e ótimo lugar para praticar trekking e escaladas.

Nairóbi, a capital, tem os problemas comuns e as facilidades dos grandes centros. Se há favelas e pobreza, a cidade, de mais de 3 milhões de habitantes, concentra os melhores bares, cinemas, cafés, restaurantes e lojas, sobretudo de artesanato local.

[/acc_item] [acc_item title=”SEYCHELLES”]

Com ares de paraíso tropical, Seychelles é um país insular formado por 115 ilhas no Oceano Índico. A nação preza pelo turismo sustentável, ou seja, há áreas de preservação e controle da quantidade de turistas. Considerada a menor capital da África, Victoria, com algumas características de uma vila de pescadores, fica na ilha Mahé, dona de praias de areia clara e águas limpíssimas e de uma vegetação exuberante. Não deixe de fazer um passeio de barco pelo Parque Nacional Marinho de St. Anne para observar a fauna local. Na ilha de Praslin, chama atenção a reserva natural Vale Mai, que, ao longo de trilhas a serem exploradas, possui cachoeiras, raras palmeiras gigantes, além de uma espécie de papagaio só encontrada lá. Um cenário inesquecível composto por pedras de granito escuras gigantes sobre areias rosadas é o que espera os turistas na rústica La Digue. Aproveite para mergulhar e ver de perto corais e cardumes de peixes coloridos nas praias de Anse Source d’Argent e Grand Anse. Várias modalidades de esportes aquáticos, a exemplo de windsurf e vela, também encontram espaço em diferentes praias espalhadas pelo país. Na culinária, destacam-se pratos preparados com frutos do mar, vegetais, pimenta e coco.

A pequena Seychelles é casa de dois patrimônios da humanidade pela Unesco. A Reserva Natural de Vallé du Mai, na ilha de Praslin, protege o coco de mer, a maior semente do mundo vegetal, vinda de uma palmeira. Já o Atol de Aldabra é composto por quatro ilhotas coralíneas, formando uma grande laguna, cercada por um recife de corais. Aqui existe uma população de mais de 150 mil tartarugas-marinhas, a maior do mundo.

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Fonte: http://ibty.in/9uTli7

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