Ásia

Principais Destinos

[accordion] [acc_item title=”EMIRADOS ÁRABES”]

A rica região do Golfo Pérsico tem no petróleo o principal apoio para a construção de suas incríveis cidades. Os Emirados Árabes Unidos compõe-se de sete emirados com capitais homônimas: Dubai, Abu Dhabi, Ajman, Sharjah, Fujairah, Umm Al-Qaiwain e Ras Al-Khaimah. Com arranha-céus modernos e arrojados, inclusive uma das maiores torres do mundo, a Burj Khalifa, Dubai é o atual centro turístico do país e não para de erguer prédios. São atrações, centros de compra recheados de lojas de grife, hotéis, restaurantes, condomínios de luxo e até ilhas artificiais espalhados por largas avenidas.

Dois exemplos desta megalomania são o shopping Mall of the Emirates, que concentra aproximadamente 400 lojas, e o Ski Dubai, uma gigantesca e perfeita pista de ski indoor. O maior dos emirados, contudo, é Abu Dhabi, talvez a cidade mais dividida entre a tradição e a modernidade. Nos últimos anos, foram feitos muitos investimentos ali para tentar atrair a atenção do mundo. Bonitas praias, muitas construções imponentes e serviços de qualidade recebem turistas do mundo inteiro. Se a pedida for um passeio cultural, é de cair o queixo a magnífica Grande Mesquita Sheikh Zayed, toda adornada por dentro e com um exterior absolutamente monumental.

[/acc_item] [acc_item title=”RÚSSIA”]

A imagem que a Rússia traz de uma imensa terra gelada cheia de bebedores de vodka é um dos estereótipos mais injustos imputados a um país. Se acha que faltam cores, lembre-se das mirabolantes cúpulas da catedral de São Basílio, em Moscou, ou dos ícones religiosos das igrejas ortodoxas. São todos sisudos? Recorde-se dos movimentos de balés como Kirov e Bolshoi ou as encantadoras melodias produzidas por Tchaikovsky, Shostakovich ou Stravinsky. Dos czares encastelados no Kremlin a algumas das mais belas e talentosas tenistas do circuito internacional, passando por gênios da literatura como Pushkin, Dostoievski e Tolstoi ou os criadores do viciante Tetris, muito do encanto da Rússia vem de seu próprio povo, complexo, culto e, ao seu modo, muito bem humorado.

Conhecer o maior país do mundo é uma odisseia cheia de obstáculos que incluem o alfabeto cirílico, uma infraestrutura um tanto confusa, agentes públicos nem sempre bem-intencionados e a própria extensão da Rússia, que se estende de Vladivostok ao Mar Báltico, da gélida Sibéria aos resorts do Mar Negro.

Para uma semana muito bem aproveitada, divida-se entre São Petersburgo e Moscou, tão atraentes como distintas entre si. Em ambas abundam palácios, igrejas, ótimos restaurantes e uma vida cultural agitada, repleta de teatros e concertos do mais alto nível. Se sobrar tempo e disposição, descubra os lagos e igrejas da Karelia, junto à fronteira com a Finlândia. Se a pedida por uma jornada para toda uma vida, aventure-se pelos 10 mil quilômetros e oito fusos horários da ferrovia transiberiana, testemunhando pela janela do trem paisagens que vão de pradarias intermináveis ao lago Baikal.

[/acc_item] [acc_item title=”CHINA”]

Se o século 20 foi a era dos Estados Unidos, tudo indica que agora estes deverão compartilhar as atenções com a ascendente China. Se hoje eles inundam o planeta com aparelhos eletrônicos, vestuários e brinquedos, não nos esqueçamos que foram os chineses que nos legaram a bússola, o macarrão, o papel, a pólvora e os métodos de impressão – bem antes de Gutemberg. Para mergulhar nesse mundo misterioso, para não dizer fabuloso, nada como começar por Pequim. O aeroporto em si já é um espetáculo: amplo, moderno e bem organizado. Hiper-movimentada e extensa, a capital chinesa divide seus espaços entre o ultra-moderno, simbolizado pelo Parque Olímpico, com a arquitetura tradicional dos hutongs – suas vielas populares, e a esplendorosa Cidade Proibida.

Um pouco fora dos limites da cidade estão trechos da Grande Muralha, a monumental obra do primeiro monarca Qin Shi Huang. Sua tumba está em Xi’an, guardada pelo misterioso exército de terracota, sendo que muito ainda está para ser escavado. Um dos extremos da mítica rota da seda, Xi’an ainda guarda preciosidades como sua cidade murada, as torres do tambor e do sino e veneráveis templos. Um pouco mais ao sul estão algumas das paisagens mais emblemáticas de todo o oriente, as montanhas de karst da região de Guilin. Quase que permanentemente envoltas entre nuvens, sua beleza inspirou poetas e pintores, clássicos ou atuais.

Junto ao litoral estão três símbolos da nova China. A vanguardista Xangai puxa o poderio econômico do país, notabilizado por seus grandiosos prédios contemporâneos que apequenam o histórico Bund. Rumo ao sul está Macau, de já longínquas influências lusitanas, onde mega-cassinos disputam espaço com calçadas e edifícios que dão um certo ar carioca ao lugar. Surpreendente é saber que você pode experimentar um bacalhau e vinho do porto divinos em um restaurante onde ninguém fala um “a” em português. Próxima dali está a fervilhante Hong Kong, cenário de clássicos filmes de kung-fu, vertical nas linhas de seus arranha-céus, horizontal no braço de mar que divide Kowloon de Ilha Vitória. Por esses lados do país você encontrará a famosa cozinha cantonesa, talvez a mais representativa da China mundo afora, repleta de deliciosos dim-sums, pequenos e variados pratos preparados das mais diferentes formas. Outro estilo gastronômico apreciado é o de Sichuan, perfumado, pungente e muito, muito condimentando. Para acompanhar tudo isso, nada como uma taça de chá de alta qualidade. Aliás, ‘chá’ é provavelmente a palavra chinesa mais difundida pelo planeta, transformando-se em tea, té, the, chai, tsái e muitas outras variações em dezenas de outros idiomas.

A imensa dimensão territorial chinesa nos leva dos manchus do nordeste aos tibetanos dos Himalaias, dos muçulmanos de Kashgar aos trabalhadores Han da faixa junto ao mar. Tanta diversidade no mais populoso país da terra faz nós, ocidentais, ficarmos ainda mais inquietados com um país complexo e cada vez mais presente em nossa vidas. Conhecer a China é dissolver preconceitos, descobrir novos e diferentes modos de vida e mergulhar em uma realidade que não nos pertence, mas que tange nossas existências.

[/acc_item] [acc_item title=”INDONÉSIA”]

Os cenários de praias, florestas tropicais, cachoeiras e montanhas são de encher os olhos a todos que viajam até a Indonésia. Localizada no sudeste asiático, o arquipélago de clima quente, composto por mais de 17.000 ilhas, se destaca também pela hospitalidade de seu povo, danças excêntricas e pela riqueza de cultos das religiões que influenciam a região, como o hinduísmo e o islamismo. Arroz, peixes, coco e muitas especiarias são alguns dos principais ingredientes da exótica culinária local. Situada na ilha de Java, a capital Jacarta tem um trânsito caótico e combina o estilo de uma grande cidade com seus arranha-céus com um lado mais antigo e de moradias humildes e tradicionais. Embora tenha problemas estruturais, o Museu Nacional da cidade guarda verdadeiros tesouros de sua cultura. Paradisíaca, Bali é parada obrigatória para aproveitar e aprecias suas águas quentes azuis ou esverdeadas que arrancam suspiros dos visitantes e os convida à prática de esportes náuticos e relaxantes e banhos de sol. Cercada por formações vulcânicas, Sumatra também possui paisagens com bosques extraordinários. Ali, vale ainda conhecer os templos, em especial a esplêndida Mesquita Mesjid Ray, uma das maiores da Indonésia, localizada na cidade de Medan.

[/acc_item] [acc_item title=”JAPÃO”]

Há um clichê pra lá de batido para descrever o Japão: a terra do sol nascente, onde tradições milenares convivem com a mais alta tecnologia. Não que não seja verdade, mas é uma visão um pouco simplista. A terceira maior economia do mundo tem muito mais a oferecer do que robôs, sushi e samurais. Tóquio é a super-megalópole mais limpa e organizada do planeta, com a mais alta concentração de excelentes restaurantes de alto nível do planeta – e não estamos falando só de sashimi, mas casas que oferecem pratos italianos e franceses que você não encontraria em Bolonha ou Paris. Ao seu redor estão passeios imperdíveis como a calma Kamakura, a histórica Nikko e a pouco-histórica Tokyo Disneyland. Tomando o trem-bala, opte por vistas espetaculares do Monte Fuji ou dos incríveis Alpes Japoneses, perfeitos para caminhadas idílicas ou ótimas pistas de esqui. A região de Kansai, onde se localizam as cidades de Kyoto, Osaka e Nara, é o lar cultural do Japão, com os mais notáveis templos, palácios e castelos do país. Por ali você ficará cara a cara com a cerimônia do chá, a meditação budista, as gueixas e o kaiseki – o banquete no estilo japonês. Rumo ao sul, compreenda a razão pela qual Hiroshima é um símbolo da paz e descubra o Japão tropical nas praias paradisíacas banhadas pelas águas azuis de Okinawa.

Tomando o caminho do norte, paisagens selvagens e montanhosas são os destaques. Em todas as estações do ano Hokkaido seduz seus visitantes, ora com tapetes sem fim de lavandas em flor, ora recebendo esquiadores de todo mundo em super resorts como Furano e Niseko.

Se seu negócio são compras, longe dos óbvios eletrônicos está uma miríade de opções que faz pessoas passarem dias inteiros dentro das lojas de departamento. De uma simples papelaria a um charmoso quiosque gourmet, de bolsas de design exclusivo a instrumentos musicais, o Japão pode deixá-lo completamente exausto com tantas alternativas. Isso para não falar da gastronomia, que do tradicional ao fusion combinou receitas nativas com importações da Ásia e Europa para criar uma cozinha bela, saborosa e, mais importante do que nunca, nutritiva.

[/acc_item] [acc_item title=”MALÁSIA”]

A primeira coisa que a maioria dos brasileiros – ou estrangeiro ocidental – traz à mente quando pensa em Malásia é nas icônicas Petronas Towers. Por um curto espaço de tempo os edifícios gêmeos, que simbolizavam a pujança econômica do país com sua herança cultural muçulmana, foram as mais altas do planeta. Há tempos já não ostentam este título, mas continuam sendo um símbolo duradouro do país.

Dividida em duas paisagens geográficas bem distintas – parte da grande ilha de Bornéu e o que há de mais sudeste no Sudeste Asiático – a ponta da península de Malaca, no continente asiático, o país ainda possui centenas de pequenas ilhas.

A maior parte da população – composta de malaios, chineses e indianos, entre outros – professa religiões como o islamismo, crenças populares chinesas, budismo, cristianismo e hindu. Se toda essa mistura não bastasse, o que se ouve nas ruas e campos Malásia afora são idiomas que vão do malaio ao tâmil. Toda essa mescla de religiões, grupos étnicos e um certo desequilíbrio político e religioso resultaram em muitos conflitos sociais, com ressentimentos vindos dos mais variados grupos.

Porém, todos esses contrastes é o que faz do país um destino a ser descoberto. Dos arranha-céus da capital Kuala Lumpur a paradisíacos vilarejos de pescadores, da incrível biodiversidade de Bornéu a praias estonteantes, a Malásia traz também uma gastronomia plural, repleta de distintos temperos e ingredientes.

Atividades como mergulho, off-road, trekking e kitesurfing caem bem ao gosto dos que têm espírito aventureiro, enquanto que aqueles que curtem luxo e conforto se satisfarão com bem equipados resorts com spas oferecendo todas as técnicas de massagens asiáticas, shopping centers moderníssimos, golfe e vela.

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Fonte: http://ibty.in/8TNmfT

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